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Desenvolvimento de Lideranças como o caminho para organizações resilientes e inovadoras

  • psimonicabarciela
  • 9 de jan. de 2025
  • 3 min de leitura



Em um mundo corporativo em constante mudança, a habilidade de adaptação e de inovação das empresas são fundamentais. Nesse contexto, a capacitação torna-se um fator fundamental para o sucesso dos negócios. Investir no desenvolvimento de líderes não é apenas uma estratégia de gestão, é um compromisso com a construção de um ambiente de trabalho saudável, produtivo e sustentável.


Ao longo da minha jornada profissional, pude observar a transição de diversas empresas para uma atuação mais inovadora e tecnológica. Foi imprescindível, para tornar essa estratégia sustentável, a realização de capacitações e acompanhamento das lideranças que são os grandes alavancadores de mudanças corporativas.


Trouxe alguns pontos que traduzem a importância de qualificar os profissionais com foco no fomento de ações inovadoras:


· Fomento à cultura de inovação: líderes bem capacitados são agentes de transformação. Eles possuem as habilidades necessárias para incentivar a criatividade, promover a colaboração e implementar novas ideias. Uma liderança inspiradora estimula um ambiente onde é possível inovar, errar, e, considerando os aprendizados da jornada, criar soluções que impulsionam a competitividade organizacional.

 

· Desenvolvimento de competências emocionais: as habilidades técnicas são importantes, mas as emocionais são essenciais. Lideranças que tem uma busca constante por autoconhecimento, são mais propícias a escutar seus colaboradores, gerenciar conflitos, inspirar suas equipes e construir ambientes e relacionamentos de confiança. Isso resulta em um clima organizacional mais harmonioso, propiciando a redução da rotatividade e aumentando a satisfação do time.

 

· Adaptação às mudanças: líderes conectados com as tendências do mercado, têm a agilidade necessária para se adaptar a uma nova realidade, seja por meio da adoção de tecnologias emergentes ou de respostas apropriadas aos novos cenários que se apresentam. Eles se tornam agentes de mudança, inspirando suas equipes em períodos de transição com confiança e clareza.

 

· Aumento do engajamento e da produtividade: gestores que investem no autodesenvolvimento e na criação de um ambiente de segurança psicológica proporcionam liberdade para as pessoas serem elas mesmas e poderem expressar suas ideias sem receio de serem julgadas. Colaboradores se engajam quando percebem sua liderança engajada não só com as metas corporativas, mas engajada com as pessoas, e isso é percebido na produtividade e consequentemente, nos objetivos organizacionais.


Estamos falando de liderança humanizada! É importante pensarmos que quanto mais ágil e tecnológica uma empresa se transforma, mais ela pode afastar os colaboradores de se relacionarem. Líderes humanizados valorizam os relacionamentos e compreendem que esse é o maior diferencial das organizações, não somente os seus produtos ou serviços.


E como desenvolver uma liderança humanizada?

Ser um líder humanizado, requer alguns compromissos pessoais e com a equipe.


É importante que a liderança tenha seu propósito, saiba para onde quer ir, entenda que está a serviço de metas organizacionais, mas que também está a serviço da própria equipe, a que Robert Greenleaf se referiu em 1970 como uma liderança servidora.


Conhecer os diversos perfis dos colaboradores do time, buscar entender como cada um gostaria de ser gerenciado, engaja e aumenta a produtividade. Essa habilidade de aproximação ajuda na escolha das ferramentas que também desenvolvem o time.


A qualificação do time pode ser composta por uma combinação de aprendizados teóricos e práticos. Workshops, seminários, cursos, coaching e rodas de conversa são algumas das ferramentas que podem ser utilizadas para promover o desenvolvimento.


A liderança não precisa ser solitária, ter mentores e pessoas a sua volta que possam contribuir na busca das melhores soluções é fundamental!


Por fim, deve-se mensurar o impacto dos programas de treinamento através de indicadores, feedback dos participantes, da própria performance individual e das equipes. Isso permitirá ajustes e melhorias constantes, garantindo que o caminho está alinhado aos objetivos organizacionais.


O processo de aprendizagem deve ser contínuo.


A liderança não é apenas sobre o que se faz mas, principalmente, como se realiza.

 
 
 

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